Publicado por: revistainternacionaldoconhecimento | 17/12/2011

Desenvolvimento Social – Avaliação Nuclear Pós-Fukushima: fatores a considerar na formação crítica do cidadão, por Maria da Conceição R. Ferreira e Fernando B. Mainier.

Avaliação Nuclear Pós-Fukushima: fatores a considerar na formação crítica do cidadão

Maria da Conceição R. Ferreira e Fernando B. Mainier.

Resumo

O acidente na usina de Fukushima provocou reações em diversos países e reforçou a polêmica em torno no tema nuclear pelos ambientalistas. As alternativas de fontes renováveis de energia são um objetivo a ser conquistado, mas a longo prazo, já que a exploração da fonte nuclear é bastante eficiente quanto à substituição das usinas a carvão, essas sim nocivas ao meio ambiente. Além de adotar práticas de eficiência no consumo de energia, é importante também fornecer os meios à população de conhecimento quanto às alternativas existentes e as implicações de viabilidade e impactos. A educação, como um todo, pode ajudar neste sentido. É importante que os jovens sejam estimulados na sua capacidade de análise crítica e na busca pelo conhecimento científico.

Palavras-chave: nuclear; mudanças climáticas; escola; desenvolvimento social.

Abstract

Many reactions have aroused from the Fukushima plant accident which reinforced the controversial around the nuclear theme, especially for the environmentalists. Renewables are certainly an objective that must be pursued, but in long terms, as long as the nuclear power is more effective against the coal thermal plants, the real ones to blame for global warming. Besides adopting the policy of efficient consumption, with no waste of energy, it is also important that people are able to know the alternatives and impacts caused by each of them. Education is the solution to this. It is important that our youth be challenged to develop their scientific knowledge and their capacity of critical analysis.

Key-words: nuclear power; global warming; high school; society development.

APRESENTAÇÃO

Quase nove meses após o grande tsunami que causou o acidente na usina nuclear de Fukushima, no Japão, as considerações sobre o caso podem ser feitas com maior tranquilidade, uma vez passados o assombro e a comoção gerados pela mídia logo após a sua ocorrência. Sempre observando a dicotomia bem/mal que é a marca registrada do tema, pode-se sintetizar que a gravidade do impacto comparou-se ao de Chernobyl de vinte e cinco anos antes; mesmo assim, as consequências deste nem chegaram perto do outro.

O Greenpeace, em sua revista de edição de março/junho-2011 (TINOCO, 2011), aproveita as reações de países como a Alemanha de desativação de seus reatores, para prosseguir em sua luta histórica (a entidade teve sua fundação nos anos setenta) pelo fim desta forma de exploração energética em todo o mundo. E advoga fundo contra a decisão do governo brasileiro de prosseguir com seu programa nuclear na construção de Angra III. Segundo a entidade, o IPCC (Painel Internacional de Mudanças Climáticas) indica que as fontes de energia renováveis no Brasil podem substituir os combustíveis fósseis até 2050. Bem, de acordo com o cientista britânico James Lovelock[1], a humanidade não dispõe de todo este tempo. Mesmo com a vocação do Brasil pelo renovável, com a sua imensa área territorial, há que considerar o tempo curto que se tem para uma diversificação desta natureza. Migrar para a energia solar e do vento é sim um objetivo a ser perseguido, mas a longo prazo. A realidade atual continua exigindo alternativas mais eficientes contra o carvão e sua nociva poluição atmosférica.

Em relação a Fukushima, é importante analisar os aspectos relevantes quanto ao acidente provocado por um fenômeno natural sem precedentes na história moderna. O prédio do reator resistiu a um mega-terremoto, mas este afetou a rede elétrica externa, o que parou o resfriamento. Os geradores óleo diesel de reserva entraram em funcionamento, restabelecendo a refrigeração pelas bombas de circulação. Entretanto, aconteceu também o tsunami e, como esses geradores estavam abaixo da altura atingida pela onda, foram inundados e avariados. Quais teriam sido os fatores que levaram a consequências mais graves?

As análises de risco da TEPCO (Tokyo Electric Power Company), empresa que detém o monopólio da exploração de energia nuclear no Japão, basearam-se na incidência de terremotos ocorridos desde o ano de 1600 na área, e que previam até o nível de 8.6 de magnitude. Da mesma forma, estimavam tsunamis que chegassem a ondas de, no máximo, 5.7 metros. Naquela região, contudo, havia sinais de tsunamis com maior intensidade, com alcance de até 10 metros, o que sinaliza para um erro de tomada de decisão no momento do projeto e/ou da construção dos reatores (AOKI & ROTHWELL, 2011).

Além disso, quando ocorreu o acidente, as decisões de medidas emergenciais levaram tempo demais para serem tomadas, devido a uma cadeia burocrática rígida, que chegava até o nível de Ministério. Iniciativas como jogar água do mar para refrigeração do núcleo do reator poderiam ter minimizado as proporções que o acidente tomou se houvesse maior agilidade na esfera gerencial para tomar tal decisão.

De qualquer forma, é importante registrar que os países detentores da tecnologia nuclear, ante os acontecimentos que se sucediam, mobilizaram-se para apurar as causas que fizeram com que os dispositivos existentes não evitassem o desastre. É assim que se procede usualmente no âmbito da área nuclear: incorporam-se os ensinamentos adquiridos pela experiência de situações críticas como essa vivida em Fukushima, para que haja um processo contínuo de aperfeiçoamento.

À época em que se televisionava a progressão do acidente, em tempo real, a ponto de exaurir a atenção do cidadão médio, com a urgência de informação que o mundo atual exige, se falava muito em níveis de radiação X vezes acima do normal ou Y vezes a quantidade que é permitida pela regulação ambiental. É que a mídia opta por impactar ao máximo a opinião pública. Quanto mais alto for um percentual ou número de vezes acima de qualquer medida, acredita-se ser melhor a apreciação da notícia. Mas é importante considerar que os níveis de radiação no ambiente são baixíssimos; que os níveis permitidos por lei também são baixos e que a radiação considerada letal para os seres vivos, tanto no curto quanto no longo prazo, está bem acima desses níveis.

A título de comparação, se o acidente de Fukushima tivesse ocorrido numa indústria química e liberado gás tóxico, mas que ninguém tivesse se ferido, como ocorreu no caso real da usina nuclear, a mídia não teria dado o destaque que deu ao caso. No entanto, o medo da radiação nuclear entre as pessoas é histórico e, como tal, muito bem explorado pela mídia e por ambientalistas radicais. Lovelock (2011) observou, logo após a catástrofe, o quão imperdoável foi a maneira como a mídia se utilizou de um evento menor dentro da grande tragédia japonesa para vender suas notícias. Da mesma forma, foi a ação dos políticos que se valeram do medo provocado na sociedade para justificar o fechamento de usinas perfeitamente seguras. Como foi possível ao mundo ignorar o sofrimento dos japoneses com a imensa mortandade provocada pelo terremoto e tsunami gigantescos, focando-se apenas na ameaça de derretimento do reator? O pânico provocado por este sensacionalismo chegou, inclusive, a esgotar o estoque de iodeto de potássio na cidade de Los Angeles, tamanho o medo da população daquela cidade de que a radiação emitida no Japão fosse cair sobre ela.

George Monbiot[2] publicou em sua coluna no The Guardian (MONBIOT, 2011), logo após o acidente de Fukushima que o “desastre” provocado pelo anúncio do governo chinês de suspender seus planos de novas usinas nucleares seria uma catástrofe maior ainda que a ocorrida na cidade japonesa. Referia-se o ambientalista à clara intenção do país de substituir o nuclear por carvão. E, na iminência do aumento irreversível da temperatura mundial que se vive neste momento, consideradas as perniciosas emissões de dióxido de carbono (CO2) causadas pelas usinas a carvão, essa decisão é um prenúncio de uma grande calamidade. Calamidade crescente, é bom fazer o alerta, já que outros países estão seguindo esse exemplo.

Uma verdade que não se pode ignorar é que o risco de um acidente nuclear, consideradas as probabilidades de ocorrer, é menos prejudicial ao planeta do que as emissões de carbono, as quais já ultrapassaram de longe o que a Terra é capaz de regular.

Mombiot (2011) prossegue argumentando que o momento não se trata de uma luta direta entre o carvão e o nuclear. De fato, às vezes é possível ter a impressão, ao ler matérias diversas publicadas cujo tom parece discursar em defesa deste último. O que se tem presenciado não é apenas um debate a respeito das necessidades humanas de energia, mas uma competição de qual forma de exploração energética poderá destruir a humanidade em menos tempo. Em todo o leque de opções que se tem para aproveitamento de energia, os benefícios/malefícios a considerar também parecem infinitos.

As formas de energia renováveis, é importante dizer, continuam como prioridades de desenvolvimento e futura substituição completa das matrizes energéticas poluidoras. Haverá sempre espaço para a forma de exploração que se mostrar eficiente tanto em questões de custo como de segurança e menor impacto ambiental. O que deve ser levado em conta, de acordo com cada oportunidade de aproveitamento energético, é a adequação das condições regionais. O Japão, tendo uma costa tão generosa, poderia investir, talvez, na energia oceânica. Já no continente africano, com as estações mantendo incidência solar quase que permanente, indica uma maior vocação para o aproveitamento desta fonte natural. O Brasil, com sua região nordeste dispondo de velocidades de vento superiores a sete metros por segundo, que propiciam um grande potencial de aproveitamento eólico, parece ter uma forte indicação apontando para essa fonte renovável.

Em paralelo, há que considerar a primeira regra da eficiência ambiental: a redução do consumo. Alguns hábitos inteligentes, em termos de eficiência de uso, podem trazer excelentes resultados de economia de energia. Por exemplo, durante o dia, aproveitar os raios solares e evitar acender lâmpadas; e mesmo à noite, só deixarem acesas as que realmente forem necessárias para o momento. A televisão é o eletrodoméstico de maior incidência de uso desnecessário: lembrar de desligá-la quando não a estiver mais assistindo, assim como o aparelho de som, e outros, constitui uma grande economia, quando praticada em larga escala. Enfim, combater o desperdício pode ser definido como usar a energia de forma inteligente e não jogá-la fora.

A redução do consumo de energia está, assim, ligada à educação de uma maneira geral. Como qualquer tema que se discute criticamente sempre haverá fundamentos educacionais envolvidos. A contemporaneidade indica a perspectiva de adotar novas posturas e comportamentos influenciados pelo modo de pensar. Os pensamentos determinam as práticas que se estabelecem e se desenvolvem nas sociedades. Atualmente, vive-se uma emergência mais que ecológica, onde se vive uma crise do estilo de pensamento e dos imaginários sociais, onde é fundamental incrementar a acessibilidade à informação, bem como o papel indutivo do poder público nos conteúdos educacionais. Em se tratando de redução do consumo de energia ou de uma complexidade maior como a opção de exploração energética nacional, com as problemáticas ambientais envolvidas, sempre se pode encontrar respaldo na educação. Há, particularmente, sempre inquietação quando são discutidas as questões contemporâneas que a humanidade necessita harmonizar-se com seu planeta e pode-se afirmar que educar envolve promover o crescimento de uma sensibilidade maior das pessoas face aos problemas ambientais, como uma forma de fortalecer sua co-responsabilidade na fiscalização e no controle da degradação ambiental (JACOBI, 2003).

Ponderando ainda um pouco mais acerca de Fukushima, há, de fato, muitas lições que se pode tirar de tal acidente. Sem creditar valor de prioridades é a importância de uma forte cultura de segurança, que determina uma forte regulação e cumprimento de normas que se aprimoram a partir de ensinamentos de relatórios de acidentes históricos. O nível gerencial e o pessoal de operação são reciprocamente essenciais para o processamento da informação e a tomada de decisões a cada sequência de ações em uma ocorrência dessa magnitude. Sua interação deve ser claramente especificada para que a experiência de ambos os lados, corporativo e operacional, possa atuar na solução da crise instalada. Ao que parece, houve problemas de gerenciamento da TEPCO em vários momentos do acidente e a situação ficou fora de controle em inúmeras ocasiões.

Entre as inquietações que chegaram ao Brasil figuram, principalmente, a falta de clareza nas informações quanto à segurança na utilização de usinas brasileiras. Enquanto o Greenpeace emprega uma linguagem jornalística de grande impacto, em comunicação direta com a população leiga, os órgãos governamentais fazem relatórios técnicos para a compreensão de apenas físicos nucleares! Some-se a isto o fato de que o ensino de Física nas escolas de nível médio, com raras exceções, não fez qualquer aproveitamento do caso para estimular o interesse dos alunos em um posicionamento quanto às conveniências de exploração energética brasileiras (Vide resultado parcial de pesquisa realizada no Quadro I, abaixo)[3].

Quadro I: Percentual de frequência do tema Energia Nuclear nas discussões em classe em pesquisa de alguns colégios do Rio de Janeiro (Ensino básico)

image

Os argumentos contrários do Greenpeace (TINOCO, 2011) na edição da revista referida no início deste artigo seguem todos direcionados a Angra III pelo fato de ser tecnologia alemã e da década de setenta, sendo extremamente defasada. Mas será que isto realmente é verdade? O que levaria o BNDES a financiar 60% da construção da usina se esta fosse mesmo, na classificação da entidade ambientalista, um calhambeque atômico?

Talvez seja relevante acrescentar que as três usinas brasileiras, as operantes e a que se inicia a construção, são bem diferentes daquela de Fukushima. A tecnologia empregada lá, conhecida como BWR[4], utiliza água fervente para gerar o vapor que movimenta a turbina. Já nos reatores instalados no Brasil, com tecnologia PWR[5], a água quente é submetida a uma pressão três vezes maior do que a do BWR e, por isso, não ferve. A interrupção do sistema, em caso de necessidade, também é bem diferente nas duas tecnologias. No BWR isso é feito por baixo do reator, enquanto no PWR o comando vai de cima para baixo. Se os reatores de Fukushima tivessem a tecnologia PWR, o acidente ocorreria de maneira diferente. Naturalmente, esta constatação não alivia as inquietações que existem quanto nos destinos da população possivelmente afetada, considerando a existência de três representações de uma tecnologia contemporânea daquela que sofreu o colapso já narrado. As preocupações, por si sós, já são bem significativas, sendo agravadas pela forte retórica do Greenpeace e seus seguidores.

As inseguranças levantadas quanto a Angra III podem ser estendidas às já operantes Angra I e II. Tanto as usinas como a própria cidade que as abriga precisam de um plano de emergência que inspire confiança às pessoas. O fato de ser uma área turística, com grande população flutuante, além de ter um grande percentual favelizado dificulta qualquer evacuação. A BR101, única estrada que serve à região sofre interdições periódicas por instabilidade do terreno em volta. Os desabamentos que ocorreram na cidade recentemente, chegando mesmo a atingir um laboratório da usina, não contribuem em nada para que a crença das pessoas na segurança do sistema se consolide. Ao contrário do que se pode supor, todos esses fatores parecem ter a oportunidade ideal de solução agora com a construção de Angra III. Tudo que falta às duas usinas em operação e que ainda não foi feito, por esta ou aquela razão, agora tem sua necessidade triplicada e, portanto, mais oportunidades de atendimento. Por último, considerando que qualquer cuidado é pouco quando se trata de risco nuclear, é bom lembrar que a cidade é costeira e o nível do mar está subindo. O risco de inundação tem que ser previsto, mesmo não sendo possível sequer imaginar um tsunami naquela tranquila paisagem tropical.

É certo, ainda, que os argumentos apresentados não detêm a força necessária de convencimento contra décadas de mistificação do assunto. O que chega ao nível popular é muito mais o medo irracional de nomes como radioatividade e contaminação. Também se confundem os rótulos de ambientalista com antinuclear, como se obrigatoriamente um excluísse o outro. Fica difícil, assim, adquirir uma posição. A exemplo de outras importantes decisões políticas, a sociedade brasileira carece de participação popular. Mas como ter essa participação se não há esclarecimentos da base da juventude? Se os professores não estimulam essa participação pela ampliação do conhecimento, da investigação e da participação cidadã? Os membros de uma sociedade, ao se inserirem em um processo decisivo precisam ter efetiva compreensão dele, tendo estimulado o seu senso crítico. É de suma importância o acesso à educação e aos meios de informação, fatores essenciais ao pleno exercício da cidadania. As escolas devem apresentar a realidade político-social em que estão inseridas, não apenas a sua cidade, ou país mas também em relação ao mundo globalizado que todos participam e se interagem.

CONSIDERAÇÔES FINAIS

A urgência por diversificação das formas de exploração de energia, com o abandono das usinas a carvão e suas consequentes mudanças climáticas exige um maior aprofundamento do tema, desmistificando as aversões sociais assumidas quanto ao tema nuclear.

É necessário maior investimento em pesquisa e desenvolvimento — não só no tocante à energia nuclear, em termos de segurança, mas também em fontes energéticas como solar e eólica, que atualmente produzem bem menos que 1% de toda a energia do planeta.

O combate ao desperdício já consiste em uma forma de gerar energia, pois a economia resultante de um consumo eficiente pode significar altas cifras e menor impacto na natureza.

O incentivo à participação popular nas decisões governamentais demanda maior esclarecimento da população, o que, em todas as questões, remete à educação dos jovens. As escolas brasileiras ainda precisam de incentivo à ciência, à pesquisa, e ao embasamento crítico para o posicionamento em qualquer tema polêmico. A revisão dos conteúdos didáticos com relação ao tema nuclear também pode render um outro trabalho de pesquisa com maior enfoque educacional.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

AOKI, Masahiko; ROTHWELL, Geoffrey. Organizations under Large Uncertainty: An Analysis of the Fukushima Catastrophe. Department of Economics and Stanford Institute for Economic Policy Research, Stanford University, Stanford, CA – USA, October, 2011.

CNEN, Comissão Nacional de Energia Nuclear, Entendendo um pouco sobre as doses de radiação e a sua unidade de medida Sievert, http://www.cnen.gov.br. Acesso em 18/10/2011.

JACOBI, P.. Educação Ambiental: o desafio da construção de um pensamento crítico, complexo e reflexivo – Educação e Pesquisa, São Paulo, v. 31, n. 2, p. 233-250, maio/ago. 2005.

LOVELOCK, James. Talk at the Geological Society of London. Conjectures of an Independent Scientist. 5 May 2011, http://www.jameslovelock.org/page27.html

MOMBIOT, George. Why Fukushima made me stop worrying and love nuclear power. The Guardian, 21/03/2011.

TINOCO, Juliana. Derretendo. Revista Greenpeace de abril-maio-junho, 2011, p. 10-12.


[1] James Lovelock, pesquisador e ambientalista, autor da Teoria de Gaia, que explica o comportamento sistêmico do planeta Terra.

[2] Jornalista, acadêmico e ambientalista do Reino Unido; tem uma coluna semanal no jornal britânico, The Guardian.

[3] Em pesquisa realizada junto a escolas públicas e privadas do Rio de Janeiro, professores confessaram o desestímulo dos alunos por fatos jornalísticos mundiais.

[4] Em inglês, Boiling Water Reactor, que significa reator de água fervente

[5] Em inglês, Pressurized Water Reactor, que significa reator de água pressurizada


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