Publicado por: revistainternacionaldoconhecimento | 14/12/2010

POEMA – Seresteiro dois mil, por Euclides Sant’anna

Seresteiro dois mil

 

                      Euclides Sant’anna em Poemas Eternos.

 

Vagando pelo espaço

Cheguei onde a ciência atingiu

Notei que o campo era vasto

Para o seresteiro dois mil.

 

Viajando num disco voador

Cantando por todo o universo

Ninguém me tira o humor

Que facilita meu verso.

 

Minha vida é alucinante

Um robot me acompanha ao violão

Vibro cada instante

Vivendo minha canção.

 

Cantei para o Rei Sol

A Rainha Lua aplaudiu

Chamou-me de rouxinol

E, para mim , sorriu

 

Corrí da Ursa Maior

As Três Marias namorei

Saturno estava soturno

Por isso lá não fiquei

 

E, de sucesso em sucesso

Galguei os degraus da gloria

A ciência agradece o progresso

Que propiciou minha  a história .

 

Estava no apogeu.

O sol meu quarto invadiu.

Saí dos braços do Orfeu

Pois novo dia surgiu .

 

Meu relógio despertou

O cuco não foi gentil

Com o seu barulho acordou

Um seresteiro dois mil

Era uma vez

Um seresteiro dois mil

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