Publicado por: revistainternacionaldoconhecimento | 03/08/2010

ECOLOGIA – Reflexões sobre Sustentabilidade e Singularidade, Belmiro Ivo Lunz

Reflexões sobre Sustentabilidade e Singularidade

Belmiro Ivo Lunz

RESUMO

O texto apresenta breves reflexões sobre singularidade dentro do contexto da sustentabilidade. Mostra uma percepção e reação pública com  o aparecimento, de uma singularidade , como a autonomia em organizações.Toma o caso como exemplo  visionário pelo anseio para a sustentábilidade ocorridos no passado . Ensaia ainda as transformações humanas que acompanharão aspectos adventícios na singularidade tecnológica que se aproxima .

Abstract:

The text presents brief reflections on uniqueness within the context of sustainability. Shows the public perception and reaction, at one time, with the appearance of a singularity, and autonomy in organizations. Accepts this as an example by visionary longing for the sustainability of that time.Also rehearses the changes that accompany human aspects adventitious approaching technological singularity.

Résumé:

Le texte présente une brève réflexion sur le caractère unique dans le contexte de la durabilité.Affiche la perception du public et de la réaction, à un moment donné, avec l’apparition d’une singularité, et de l’autonomie dans les organisations..Accepte cela comme un exemple par désir visionnaire pour la viabilité de ce temps.Répète également les changements de l’homme qui accompagnent les aspects de la singularité technologique que s’approche.

1.      Introdução

Algo novo acontecera na Inglaterra no século XlX . Naquela época um grupo de sete pessoas podia estabelecer  facilmente uma empresa ‘Limitada’ com finalidade genérica, simplesmente assinando um documento de associação. Mencionando a palavra “Limitada” em especial limitavam seus próprios  riscos.Era especial e necessário lembrar aos credores de que estes não poderiam processar judicialmente os proprietários dessa empresa denominada  companhia, caso  fosse-lhes concedido responsabilidades superiores ao prescrito documentalmente. A companhia reunia três idéias principais: Era uma pessoa, que se pode chamar de artificial, com a capacidade de fazer negócios como uma pessoa real. O investidor poderia perder somente o investido na ação. Podendo a companhia emitir quantas ações desejasse.

Embora se possa encontrar essas informações em um bom livro de história mercantil, estamos falando de uma opereta estreada com muito humor no bairro londrino de West End em 7 de outubro de 1893. Com o título Utopia Limited or the flowers of progress. Zomba-se, nessa peça, da idéia da companhia limitada com ações ao portador. Conta a história de um inglês influente que transforma cada habitante de uma ilha do pacifico sul em firma. A ilha não se chama Utopia por acaso. Até crianças de colo faziam propaganda de suas firmas e o tema da Ilha de Utopia segue musicado: “Viva este fato impressionante! Viva esta nova Invenção, A lei das Companhias Limitadas! A lei datada do ano de 1862”.

O fenômeno Utopia Limited espalhou-se pelo mundo. As Companhias Limitadas tinham os mesmos direitos jurídicos dos seres humanos, possibilidades de produzir descendência e clonagem com facilidade aliada a uma constituição estrutural superior, bem diferente da biológica o que as punha nas portas da imortalidade. Essas condições revelaram proteção corporativa a qualquer pessoa física, causando a irritação da sociedade e principalmente aos governos. A situação lembrava um retrocesso ao direito medieval onde os órgãos corporativos como as guildas sobreviviam aos seus membros, sendo que os preconceitos culturais contra essas instituições estranhas e sem alma [1] eram mencionadas na Inglaterra Vitoriana.

O Presidente americano Rutherford Birchard Hayes, mediador da guerra do Paraguai, parodiava a Companhia Limitada, dizendo: “Este já não é mais um governo do povo, pelo povo e para o povo, é um governo de corporações, pelas corporações, para as corporações”. Em 2002, o congresso americano com a lei Sarbannes-Oxley procurou aumentar as responsabilidades dos gestores pelas atitudes das companhias.

Fora criada uma entidade autônoma, auto replicante e sem alma, a qual denomina sociedade limitada. Os aspectos aludidos de autônoma, imortal e sem alma [1] parecem auto-excludentes. Contudo, não o são e também não é uma dicotomia, pois os aspectos não são de raízes grega ou romana, como atma e anima, mas sim bretã na sua intencionalidade.

Fora as considerações paradoxais, é certo que  Dante Alighieri[12] nos informa também nas suas andanças transcendentais que os banqueiros por falta de empatia geral nem sempre tiveram uma vida confortável. Mas hoje não é notável que uma banca mercantil internacional apresente através de uma Fundação, argumentos de que as empresas necessitam agora de “ter um coração”. E mais irônico é que no mesmo texto [2] segue iniciando um capitulo com o título Introdução ao conceito “Desenvolvimento Sustentável” estabelecendo uma meta: Em busca da Utopia. É certo que seus autores não procuram a Utopia insular, a Utopia Limited da comédia inglesa de 1983.

Em 1862, o ordenamento jurídico inglês estabelecera uma singularidade que se tornou universal dada a potencia do império vitoriano, onde o sol nunca se punha. A  Singularidade é uma situação onde  modelos precisam ser remanejados. É originalmente uma condição associada a limites matemáticos. Em um ambiente matemático é exatamente estabelecida [3], mas se contextualizam através da modelagem em todos os campos da ciência, portanto trata-se de conceito suficiente amplo, de aplicação abrangente por definição.

Portanto, o nascimento de uma entidade autônoma como espécie é sempre uma singularidade. A singularidade ligada a aspectos de nascimentos ou transformações radicais que exprimam exemplos epistemológicos de corte nos costumes pode trazer alternância de sentimentos na sociedade. O nascimento jurídico das Limitadas trouxe na época risos, parecendo comicamente, que a tragédia e a comédia se propagam nos eixos espaço temporal da forma que Maxwell imaginou para as ondas eletromagnéticas.

O objetivo deste trabalho é apresentar breves reflexões sobre singularidade dentro do contexto da sustentabilidade, a partir da revisão de poucas literaturas científicas encontradas abordando esse tema.

2.   A Responsabilidade Social das Organizações

A Comissão Européia estabelece como conceito da responsabilidade social, os atos segundo os quais, as empresas, numa base voluntária, decidem contribuir para uma sociedade mais justa e para um ambiente mais limpo.

Com base nesse pressuposto, a gestão das empresas [4] não pode e/ou não deve, ser norteada apenas para o negócio, o cumprimento de interesses dos proprietários majoritários das mesmas, mas também reconhece outros detentores de interesses como, por exemplo, os trabalhadores, as comunidades locais, os clientes, os fornecedores, as autoridades públicas, os concorrentes e a sociedade em geral.

O fato de ter nascido um conjunto de fatores que determinam a sustentabilidade das corporações mostra que o arbítrio das companhias pode ser moldado á moda das conveniências planetárias, onde o ecossistema local tem meios de garantir seus interesses e com certeza tem assento nas mesas de negociações.

A seu modo o meio maior intervem e a sua participação são notados e modelados através da responsabilidade social. Percebem-se então quantas são as interpretações e definições de Responsabilidade Social Empresarial, que cada empresa acaba atuando de uma forma sui generis perante si e a sociedade.

Em geral, embora não haja um significado preciso de responsabilidade social, surge mesmo assim, conhecimentos teóricos fundados com diferentes conceituações: responsabilidade social como obrigação social ,responsabilidade social como aprovação social , e responsabilidade social como abordagem sistêmica dos stakeholders [13]. Grosso modo até agora os fenômenos singulares como o das Limitadas tem se enquadrado nas expectativas mais otimistas.

3. O Advento da Singularidade Tecnológica

Segundo os estudiosos os próximos 30 a 40 anos serão afetados pelo advento de uma singularidade. Embora haja um crescimento do processo de forma gradativa da tecnologia, prevê-se uma transformação na forma de emprego dessa tecnologia, trazendo a tona fatos novos e surpreendentes. De certa forma uma ruptura epistemológica [1] se manifestará. A tecnologia atingirá um momento crítico se refazendo, se produzindo de novo e em novos moldes o seu objeto e o seu método. A singularidade prevista deverá ser do tipo computacional [Vinge].

Aproximando do ano de 2010, a lei de Moore [5] tem se mostrado inequívoca. Presuntivamente, o momento do ser humano passar seu lugar para suas criações se aproxima. Isto já vem acontecendo por partes, mas a maioria de nós não o percebe. Um conflito entre o neo-Nietzche e o neo Darwim já celebra escancaradamente o ritual de passagem do bastão na maratona da evolução do humano para as coisas e os neo-seres que nos sucederão. Isto se faz sem manifestação de excludência, mas de complementação.

A complexidade do conhecimento pode ficar fora do controle da esfera humana caracterizando uma singularidade tecnológica do tipo computacional. Tal cenário é apontado para 2030 ou 2050 [6]. Mas esta seria parte da singularidade tecnológica do tipo computacional, já que o cenário completo possuirá situações surpreendentes.

Sem detrimento ao exposto, uma entidade trans-humana estaria precedendo a singularidade e teria continuidade após seu aparecimento preservando o kernel humano. È a nossa entidade humana em transformação. O padrão simbiótico dessa transformação não atingiria um ponto perfeito como querem alguns articulistas, mas funcionalmente pontos de conforto, como já o fazem atualmente.

O adventício, que é o caso da singularidade, impactaria transdimensionalmente esta entidade, sendo que dilemas éticos surgiriam. As doutrinas desse advento impactariam também os conceitos vigentes da sustentabilidade, dando-lhes holismo.

A partir de então, o humano conviverá com as coisas que der origem, por todas as gerações de seus frutos: as coisas e os neo-seres. O final feliz deverá reproduzir o terceiro ato de todas as histórias infantis, vaticinando: serão felizes para sempre a menos que um acidente cósmico fatal aconteça, mas mesmo assim caberá ao arbítrio dos protagonistas, que incluirá nossa descendência, consentirem em controlar ou não seu desfecho.

O crescimento do processo inteligente dos ramos de kernel humano e eletrônico apesar de virem a sofrer uma mitose e engendrarem em dois ramos distintos, onde poderão conviver on line, como opção para os indivíduos humanos e por necessidade para os elementos mecânicos da nova ordem.  A tecnologia se autonomiza de uma forma que tende a ser completa numa trilha que conduz a um ramo evolutivo distinto. Este processo se ampliará numa escala crescente.

3.1.   Saiborguisagem, Conforto e Estética

O ser humano se cyborgiza pelos anexos a que se associa. As próteses tendem a aumentar o conforto humano. Marcapassos reduzem a fadiga, próteses ativas de medicamentos controlam continuamente níveis químicos, de forma pouco impactante no ecossistema biológico, como por exemplo: a popular administração de insulina. O ser humano é reconfigurado. A libido é mantida em níveis desejáveis com comandos eletrônicos. Implantes cocleares permitem audição melhorada. A visão recuperada em níveis operacionais é uma realidade freqüente. Visão aumentada atende a um simulacro de raios X e os raios X cedem lugar aos raios T sem os problemas radiológicos dos anteriores. Comandos eletromiográficos fazem membros artificiais se tornarem úteis até para uso em primatas de laboratórios. Implantes neurais auxiliam os desconfortos de Alzheimer e de Epiléticos. Tecidos, membros e órgãos recebem uma mãozinha do senhor mecano.

A síntese de tecidos e órgãos são os resultados de maquinas estruturadoras. Isso enquanto usamos os transplantes orgânicos. As neo-proteses ou próteses virtuais atingem um clímax com elementos a moda de cloud computation e estendem um implante neural para lá da extensão “territorial” humana. A extensão do ser passa a ser regido pela UIT. É identificado a distancia por IDRF.

Restrito a um ambiente por formalidades eletrônicas da lei ou localizadas por assinatura do DNA nas águas residuais. Ainda assim integrado o ser humano ou seu equivalente será um periférico dos recursos que ainda manobrará. A estética fará seu domínio imperceptível. A resultante das transformações na aparência será tal qual a evolução linear das maquilagens favorecerá uma new fashion, sem bizarrice.

Entrementes a evolução sui-generis que se manifestará conduzirá correntes cyborguizantes a linhas híbridas onde se mesclará aspectos orgânicos com os equipos objetivamente funcionais, sem perder de vista a estética. O que anteriormente era conhecido como sendo máquinas para a manutenção artificial da vida perderá sua conotação e denominação definitivamente para dispositivo complementar de vida.

As Normas técnicas sobre eletrônica embarcada, sendo anteriormente aplicáveis a engenhocas associadas a veículos em geral passarão a ser empregados nos dispositivos humanos de prótese, onde a difusão de sistemas simplesmente wireless demandará por proteção eletromagnética.

A Cyborgagem crescente demandará forma diferenciada de proteções elétricas, magnética e eletromagnética. Os Alertas azuis, vermelhos e amarelos precisam ser mitigados, pois não faz sentido supô-lo eliminado. Um perigo nunca deixa de sê-lo. O princípio jurídico da prevenção e precaução sabiamente os vislumbrará. Podem mudar de classe, reduzir sua probabilidade de ocorrência, mas estarão lá abrigados no improvável aguardando com eterna paciência a mutação das condições para renascer e se apresentar. Nada impedirá uma explosão estelar, uma guerra civil. Deve-se, portanto mantê-los afastado e de certa forma estar-mos preparados para sua ocorrência de forma homeopática.

As ocorrências de grande monta liberam muita energia. Em ultima forma as energias degradam-se na forma de calor ou radiação. No entanto, a radiação preenche todo o cosmo e não será diferente para nosso planeta em particular, tornando necessário se proteger. Assim, as edificações precisarão ser blindadas para proteger seu conteúdo, pois o seu conteúdo é o ser humano que vive numa forma simbiótica.

Num mundo de convivência online lado a lado, onde a outra condição que responde pelo cloud computing poderá ter como continentes contêineres certamente blindados também, talvez no andar de baixo. A era do radio cognitivo está chegando, se não bastasse às faixas de freqüências intensamente operadas. A era da transmissão de energia sem fio também chegou. Fontes de radiação do cosmo profundo e a ERB instalada no prédio visinho perturbam a estrutura biológica.

No dizer da professora Diana Domingues , está cada vez mais evidente que a revolução não é somente tecnológica, mas antropológica e desenvolve isso em conceitos de conectividade,( na VI Reunión de Antropologia Del MERCOSUR- montevideo- Uruguay -2005.)

4. A Singularidade no contexto da Sustentabilidade

As coisas se sucedem. Na mídia, certas noticias enquadram um assunto ocupa a atenção geral por determinado período, a isto chamamos presente, e a seguir deixam as manchetes como um gato se esgueirando por detrás de um sofá, e não se fala mais naquilo. Como pilhas gastam-se no cumprimento de suas metas.

As noticias de forma difusa comandam as decisões humanas nas medidas de correção de rumo, em geral, estabelecidas de forma supostamente anônima e imperceptível. Sem alarde, o objeto da noticia é movido e alterado pelas forças do sistema, que estão agindo continuamente nos processos do dia a dia.

Perdendo a noticia, perdemos a visibilidade ostensiva do processo de transformação. Tendo em vista que a transformação se faz, pois seu processo se iniciou. Exemplos claros desse efeito existem em abundancia no campo da informação, principalmente quando entram em cena, fenômenos distintos.

O fato dos plásticos, ocuparem o rank dos materiais mais longevos na literatura que trata do meio ambiente. Na verdade atualmente aqueles que têm contacto com a natureza por força da profissão ou convicção sabem que alguma coisa aconteceu e os sacos de plásticos já não são como eram antigamente.

Os formuladores desses produtos por razões de fôro próprio vêm alterando-os em conformidade com o desejo; este sim anunciado pelas mentes esclarecidas através da mídia. Antecipam-se às normas, contribuindo com o interesse difuso da sociedade.

O interesse difuso vem sendo atendido no que concerne aos atos conscientes destes químicos anônimos sem imposições. E certamente há lucro nisso, pois as forças difusas são mais prevalentes se otimizadas de uma forma sensível e não aguda.

Retornando a mídia, esta fez sua transição para o século XXI apoiada em uma forma convergente de tecnologia de computação e comunicação. A computação “internectou-se”. Com o manto difuso dessa convergência conduz-se o conteúdo das discussões do aquecimento global enfatizando os processos de mudança de clima que atendam à necessidade e à fome de informação existente. A mudança de clima como tema pode ser conduzido sob novos conceitos que se introduziram.

A sustentabilidade vem e se torna o foco das atenções. Entrando em cena a sustentabilidade a civilização do século recente se ateve a permear os meandros da mudança do clima regulando suas próprias ações. Há um grandes empenho em conduzir os processos de transformação sob a ótica da sustentabilidade. Esta após transformar a política humana de gestão, vem a afetar normas em todo o extrato dos processos de sobrevivência, deixar sua marca e cumprir seu papel, mas crê se que esgueirará e sairá de fininho do cenário geral como o gato atrás do sofá. Deixará de ser elemento de menção.

Contudo, a cibercultura entranhada na sociedade abomina a exclusão e exulta em uma apoteótica conectividade. A conectividade marca um tento: é culturalmente aceita. As interfaces se multiplicam e se popularizam. Dada à economia de escala se tornam imensamente disponíveis: portanto é economicamente viável. Produz algum resíduo, mas tende a nano soluções, sendo que a pouca produção de resíduos favorece a ecologia. Atende a todos: é socialmente justa. Tudo indica uma Sustentabilidade no advento da Singularidade atualmente em discussão.

A permeabilidade no espaço humano para a anexação de considerável quantidade de inteligência artificial, já está tão naturalmente associada à cibercultura, que o uso do termo artificial torna-se artificial. A “seamless condition” impera e tende a mobilizar um “continuum” na jornada.

5.   Considerações Finais

A singularidade não dá indicações de ser contida na interface bio-tecnológica e se mostra vasando para o elemento primário  da origem . A sustentabilidade como conceito de permanência se constituirá retocada.

Referências Bibliográficas

[1] MICKLETHWAIT, J.; WOOLDRIGE, ADRIAN. The company: A short history of a revolutionary idea. Traduzido como A Companhia A: breve historia de uma idéia revolucionaria. Editora Objetiva, 2003.

[2]  BLASCO, J. L. Os Indicadores para as Empresas. Fundação Santander Central Hispano, Copyright 2006.

[3] LUNZ, B. I.  Condições de Solubilidade em Sistemas Parcialmente Dinâmicos (Rio de Janeiro). COPPE-UFRJ, 1986.

[4] KRAEMER, M. E. Marco Referencial da Resonsabilidade Social Corporativa. E-mail:  beth.kraemer@terra.com.br

[5] JOHN VON NEUMANN, The Computher and the Brain .Yale University Press, 1958.

[6] DRUCKER, Peter. O futuro já chegou. 12 ed, New York: Haper Collins,1993.

[7] KURZWEIL, R. The Singularity is near. Traduzido como A singularidade está próxima. 2008.

[8] Estimativas de singularidades (assumindo que uma venha a existir) variam de até 2030, ou, para outros problemas, ao redor de 2050. …
each.uspnet.usp.br/amartins/aula_1.pdf – Ver em HTML

[9] BOSTROM, N; KURTZWEIL, R; YUDKOWSKY, E. The singularitarian principles

[10] IRVING J. GOOD   1965

[11] VINGE, V. The Singularity.VISION-21 Symposium NASA. Lewis Research Center and the Ohio Aerospace Institute, March 30-31, 1993.

[12]ALIGHIERI,DANTE –( Florença, 1265) ,A Divina Comédia, ‘’editora Abril (1975)


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