Publicado por: revistainternacionaldoconhecimento | 29/07/2010

SONETO – Longa Espera, Yone de Freitas

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Extraída do livro   Poesia e Êxtase

Longa espera

                  Yone de Freitas Souza

 

Vem, amor, oh , não vês que a tarde morre?

Lá fora o tempo passa, nada espera.

Reflete bem,ainda é primavera.

O ocaso é certo. Vem . O tempo escorre.

 

Em nossas vidas quase nada ocorre.

Só há  desejos , sonhos e  quimeras.

E, em teus braços, um dia eu quisera

Desfalecer , como esta tarde morre …

 

Vem, chega de espera, de ansiedade.

Espalha em mim o mágico luar.

Da noite rasga o manto de saudade.

 

Nos momentos de insônia, o mundo dorme,

E, despertada em ti ,  fico a sonhar…

E os sonhos bailam nesta noite enorme !

 

                                 RJ, 04 de março de 2006 ,

 Premiada no XIX Concurso Internacional Literário de Outono – Brasil.
 Setembro de 2006
A poetisa é maranhense e reside no Rio de Janeiro desde 1950.

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